domingo, 16 de março de 2008

Bloco B

A saudade é daqueles sentimentos que nunca devemos perder, ter saudades é de uma forma ou de outra reviver acontecimentos e situações que nos marcaram, pela positiva e até porque não pela negativa, a saudade representa quem somos e o que fomos, porque as pessoas mudam, e as personagens deste post mudaram todas, tranformaram-se em seres humanos adultos, experientes, maduros "ou não", responsáveis e acima de tudo no meu ponto de vista penso e considero que todos continuaram amigos, uns mais que outros mas AMIGOS.
Bloco B, pavilhão da escola EB 2,3/S Bento Rodrigues, lembram-se? espero que sim.
Era uma vez um grupo de amigos e de amigas que inevitavelmente se encontrava todos os dias da semana no mesmo sítio, atrás do bloco B, nos intervalos, nas horas livres, depois das aulas e até nas baldas, esse grupo de jovens tinha tudo o que se podia imaginar, gente gira, rebelde, descomplexada, complexada, bons e maus feítios (o meu era mau decididamente), amigos, colegas, companheiros de uma luta que se chama adolescência, e que luta essa tão bravamente vencida por todos eles, havia jogos e joguinhos, brincadeiras e trapalhadas, zangas, amúos e discussões, havia cumplicidade e respeito (a maior parte das vezes). Quem não se lembra do jogo do cartão? Quem não se lembra de jogar Ná Chôn? Quem não se lembra dos jantares de aniversário no atlantida? Quem não se lembra das festas em casa da Marisa? Quem não se lembra das festas em casa da Tânia? Quem não se lembra das festas em casa da Bé e do Fonsito? Quem não se lembra dos jogos desportivos? Quem não se lembra das viagens dos gajos para o andebol? E as viagens das gajas para o volei? (Tal como elas e só elas dizem ainda hoje em dia Scronhonhôn du Scronhonhõn... Só códigos!), Quem não se lembra das idas a Fátima? Quem não se lembra dos "Dirty Dolls"? Quem não se lembra dos acampamentos de verão? Quem não se lembra dos banhos noturnos na piscina do aeroporto? Quem não se lembra do Cine-Pub? Quem não se lembra do dia das Amigas e dos Amigos? Dos cinemas? Quem não se lembra do ringue de hoquei ao lado da piscina? E da mata? Ah pois é... Enrriços, curtes e curtições, namoros falhados de adolescentes, vividos intensamente como se não houvesse amanhã, cumplicidade extrema cheia de segredos e segredinhos, compilações de qualidades e defeitos que eram discutidos em público como se de um tribunal se tratasse, conselhos perdidos no ar, sentimentos apaziguados mas nunca esquecidos até então.
Saudade imensa desses tempos, sem preocupações, sem problemas, sem nada, simplesmente vivíamos para aquilo, uns para os outros, com as nossas metas traçadas e não esquecíamos quem eramos, o que eramos e para onde queríamos ir.
Os tempos mudam as pessoas mudam mas o que nos uniu outrora mantém-se lá, distante para alguns perto para outros, para os que ficaram a saudade dos que partiram, para os que partiram a saudade dos que ficaram, aquela ilha mágica que por força do destino nos viu crescer e fez de nós homens e mulheres de valor.
Sem querer ferir a susceptibilidade de ninguém eis alguns nomes dos que passaram muitos ou poucos momentos atrás do Bloco B, perdoem-me se me esquecer de alguém, caso isso aconteça terei todo o privilégio em corrigir o post e inserir o nome dos "esquecidos".
Paulo Andrade (Caveirinha), Hugo Carvalho (Gruta - Papai Gruta), João Filipe Melo, Marisa Bairos (Marisa Anusca), Tania Bairos, Isabel Mota (Bé), Marisa Sousa (Marisinha), Miguel Saraiva, Pedro Vertentes, Raquel Batista, Bruna Batista, Rita Loura, Neuza Cruz, Joana Pombo, Fernando Tavares (Nandinho), Ricardo Morais (Khadassa), Pedro Areias, Ricardinho (Tranquilin), Emanuel Batista, Nuno Saraiva (Braza), Telmo Braga, Denise Batista, Miguel Bairos, Joana Silva, Cláudia Teves, Ricardo Travassos (Káká), André Costa (Cocas), Rui Elizabeth (Pepe), João Ricardo (Rosi), Fernado Braga (ET), Áureo (Tiquinho), João Silva (João Paulo), eramos tantos ou tão poucos, desculpem se me esqueci de alguém, mais uma vez terei todo o gosto em corrigir, não se ofendam.
Tal como na vida as mudanças são fundamentais e inevitáveis, a trupe do Bloco B mudou de poiso e quando já mais crescidinhos mudaram-se para a lateral do Bloco S, aí o mundo escolar era maior as convivências mais abrangentes e o núcleo era enorme, um abraço e um beijinho para todos os que se lembram dessa altura linda, as primeiras experiências, os primeiros namoros, os primeiros beijos, os primeiros excessos, as primeiras loucuras, os primeiros segredos, os primeiros confrontos verdadeiros com a "adolescência".
FRLÓ!!!

sábado, 15 de março de 2008

Gostava de escrever assim...

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que eu quero é fazer um elogio do amor puro.
Parece que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Teixeira de Pascoaes meteu-se num navio para ir atrás de uma rapariga inglesa com quem nunca tinha falado. Estava apaixonado e foi para Liverpool. Quando finalmente conseguiu falar com ela, arrependeu-se.
Quem é que hoje é capaz de se apaixonar assim? Hoje em dia as pessoas apaixonam-se por uma questão prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão mesmo ali ao lado. Por que se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornam-se sócios. Reunem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psicosócio-bio-ecológica da camaradagem. A paixão que devia ser desmedida é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas e cantina, malta do "tá em, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, babanóides, borrabotas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona?
Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim da tristeza, o desequilibrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Por onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, fado, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassado ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa a beleza. É esse o perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para se perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperante. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sózinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa e o amor é outra. A vida dura uma vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.
publicado por Miguel Esteves Cardoso In "Expresso."
FRLÓ!!!

quinta-feira, 13 de março de 2008

A nossa casinha...

"A nossa casinha", é tão bom termos uma casinha que nos faz sentir bem, aquela era a nossa mas nunca nossa casinha, parecia de bonecas, tudo gigantonicamente pequeno. Lembram-se?
Aquele balcão de cimento que tantas bolas me fez gastar, aquela porta da frente que raramente se abria e quando se abria fazia uma chiadeira terrivél de tão impenada e descaída que tava com aquele tom vermelho escuro a puxar o grená, bem que cena, dois quartitos frente a frente o deles, com aquela cama antiga e típica com aquela imagem do Zé Carlos (Linda), cómoda de 3 gavetas mesmo à frente da cama não cabia noutro lado diga-se de passagem, o guarda-fato no lado direito quem entra no quarto e o berço, o meu berço que agora é do Riqui, branco, que imagem, e de fronte o meu quarto mobília que ainda hoje resiste à tão peristente traça, cama que ainda hoje me aconchega quando quando me apetece, escrevaninha deliciosa que tanto usei e abusei, confidente e amiga, trabalhadora quando precisei, que memória! E a sala, aquele movél castanho escuro com as risquinhas douradas, a bela da mesa redonda com o tampo de vidro, os sofás que eram esponjas fofas e paralelipípidas das élices das primeiras ventoínhas heólicas que chegaram lá, que o meu pai pôs com a magnífica PPM, a sala!!!, aquela televisão que me fascinava absolutamente que tinha uma marca que eu achava ser qualquer coisa de espectacular CEE, lindo, serões passados em família, as brincadeiras, as garagens conseguidas com os joelhos dobrados do grande Armando, os cotores, as órelas a árvore de natal sempre ao canto e ao lado da janela que dava para o quintal. A cozinha, a grande cozinha, movéis de madeira magistralmente colocados e feitos por medida, gavetas perras e pesadas de madeira mociça, os talheres com aqueles símbolos iguais ao simbolo do "naipe de ouros", aquela porta que dava para o sotão, que só se ia lá duas vezes por ano e que para lá ir era preciso engolir um frasco de coragem e rezar para que os roedores não aparecessem, aquela casa de banho construída fora de tempo mas limpa e harmoniosa, esplendorosa arrisco-me a dizer! A porta do quintal que sempre que se abria cortava as ervas que por detrás dela cresciam desenfriadamente, o giló, ei o giló, um carneiro que era tipo cão e que não ladrava porque nunca lhe ensinaram, até a porta abria sozinho, aquele Renault 5 estacionado lá atrás, JI-24-74 era a matrícula. É tão lindo recordar e ser feliz com essas recordações!
É tão lindo!
Eu, Mãe e Pai. O Riqui já quase nem teve lá, teve o suficiente para me lembrar do meu berço que era dele.
Obrigada por tudo adoro-vos aos 3, amo-vos aos 3, sem dúvida os meus melhores amigos.
Snif!
FRLÓ!!!

quinta-feira, 6 de março de 2008

Escola da vida... Boa ou Má?



Será com toda a injustiça com que nos deparamos no dia-a-dia podemos dizer que a escola da vida é uma escola boa? Será que as maldades que sofremos nos permitem filtrar situações de modo a que o que nos fazem não seja razão para fazermos aos outros?
"Que degredo!" diria um velho sábio, situações criadas na mais pura e maquiavélica maldade, cinismos e mentiras, ousadias preversas que nos habitam no pensamento que é de revolta e de mais revolta, como pode ser pergunto eu, será que somos manipulados por forças maiores, será que vivemos uma vida já programa antemão, será? Tanta pergunta, tão pouca resposta, tanta incoerência meu DEUS.
Gritos profundos de silêncio saem do peito e não pela boca, mais pensamentos filtrados esbarram no limiar do recalcamento, tanta mas tanta impotência, gritos de solidão, gritos de revolta, gritos de incompreensão, sempre gritos, sempre barrados pela glote saíndo apenas suspiros e mais suspiros, ningém os vê, ninguém os ouve, ninguém os sente, apenas e digo apenas os imaginam, penso eu!
Uma vida posta no "pause" do comando da consola à espera que alguém decida reinícia-la, e porquê alguém e não eu pergunto, porque não eu?
Mais gritos transpirados tentam sair e sempre a serem reprimidos, a serem controlados, a serem fatigados e massacrados com uma capacidade surpreendente de sustentação e discernimento, que palavra essa discernimento, é preciso tanto e às vezes tão pouco para conseguir ultrapassar barreiras criadas por alguém, ou por ELE.
Palavras ressabiadas na terceira pessoa são escritas em forma de pensamento, em jeito de desabafo, em tom de grito, mas simplesmente escritas, apenas escritas.
Auto-motivação ao rubro, sempre em alta, insuficiente às vezes para conseguir atingir objectivos, será pedir muito um carinho personalizado, tu que estás tão perto mas sempre e sempre tão longe, não em kilometros mas simplesmente distante.
Choro por ti, por ele e por todos, apenas choro sorrindo, reprimindo a minha dor e transbordando a minha alegria. Espero e anseio por ti.
Quando Ele decidir, a hora chegará e aí vou-te ver!
Pensa bem, Age bem e principalmente Discerne bem.
FRLÓ!!!

terça-feira, 4 de março de 2008

Já há luz ao fundo do túnel...

A ADA regressou a casa, após uma vitória surpreendente na passada semana e por uma derrota ainda mais surpreendente de um adversário directo, a ADA tinha toda a moral para continuar a sonhar com o acesso à fase final.
O jogo contra o Ilhavo começou de uma forma normal, a equipa caseira cedo ganhou vantagem controlando o jogo durante todos os 60 minutos, apesar de alguns deslizes defensivos provocados pela falta de ritmo (é mais falta de pernas) a ADA mostrou um discernimento atacante muito bom, jogando bem, com um ataque organizado e aberto ocupando todo o campo, criando muitas dificuldades ao adversário. Vitória da ADA no final do jogo, tudo tranquilo e normal como de esperado. Apesar de depender de terceiros a ADA pode sonhar com a fase final, lá estaremos.
Uma palavra para o SJADA (Sindicato dos Jogadores da Associação Desportiva Albicastrense) que se mantém muito activo e trabalhador, esta semana a publicação semanal do seu jornal foi deverás surpreendedora porque nessa mesma edição não se falou do Mad Dog Melo.... Muy Bien!!!
Força ADA a fase final espera-nos!!!

Apreciação Pessoal: De inicio algumas dificuldades defensivas, mas o ritmo entrou logo no red line como é característica marcante de "moi memme", 8 golos em 12 remates e um de 7 metros foi o saldo, nada mau tendo em conta as últimas exibições menos conseguidas, melhor no ataque como na defesa, com passes certeiros e a defender bem em alturas importantes. Fiquei mesmo satisfeito com a minha prestação. Tou contente.
FRLÓ!!!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

O Sonho!

Acordei num sonho!
Olhei em volta e nada vi, apenas uma floresta caracterizada com cores alaranjadas e avermelhadas, pensei alto porque não gosto do silêncio...
Deambulei como um parasita à procura de rumo, ao longe um homem de barba e cabelo grisalho acena-me e dá um grito em tom de cumprimento: - Ooohhhhhhhhhhhhhhh!!
Acenei de volta e perdi-o de vista, fiquei intrigado com aquela floresta desértica, nada nem ninguém.
Peguei numa folha de bananeira que se encontrava no chão e enrolei um cigarro com uns folheiros que apanhei de um côco seco. Dei um bafo, soube-me mal, olhei o horizonte à procura de mar, NADA.
Sentei-me numa pedra à beira de um riacho que corria na direcção oposta à montanha, olhei o sentido da corrente e vi uma gerbera encarnada, fui em direcção a ela.
Observei-a e admirei-a, Colhi-a!
Voltei a sentar na mesma pedra, dei um último bafo no cigarro desenrrascado à pressa, apaguei-o, olhei em volta e disse:
- Que bela vida!
FRLÓ!!!

E que regresso!!!

A ADA voltou ao terreno. De orgulho ferido após a derrota da semana passada a equipa Albicastrense voltou à competição desta feita para defrontar os "Estudantes de Coimbra", o jogo logo teve uma direcção que previa antecipar o resultado final, a equipa caseira evidenciou-se no marcador levando uma vantagem igual ao dobro para o tempo de descanso, 22-11.
Regresso em força da ADA na segunda parte, o mister Curto fez descansar alguns dos seus mais "valiosos" jogadores fazendo alinhar a equipa com jogadores caseiros, teve muito bem, o jogo não mais fugiu do controle da ADA e o resultado final foi um expressivo 39-21.
Avaliação Pessoal: Jogo óptimo, fiz um grande jogo, muitas assistencias e boas jogadas com os colegas, marquei apenas um golo mas aquela defesa 3*3 que gostam muito de fazer essas equipas de meia tabela complica sempre os primeiras linhas, enfim gostei imenso do regresso, levantou a moral mas infelizmente ainda dependemos de outros.
Força ADA...
FRLÓ!!!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Descompressão! Lindo!

Numa aula de biologia para alunos do ensino básico a professora empenhada explicava aos alunos que os Humanos eram os únicos animais que gaguejavam.
Uma aluna apressou-se a levantar a mão e disse à professora:
- Professora eu tinha uma gato que gaguejava?!?!?
A professora consciente do risco que corria incentivou a jovem criatura a desenrrolar o assunto e continuar a história, prontamente a aluna respondeu:
-Eu estava no quintal da minha casinha com o meu gatinho e de repente vi o rottweiler da minha vizinha a correr e a saltar o muro que separava os quintais, num instante se pôs ao pé de nós
-E foi muito assustador? Perguntou a professoa.
-Sim foi, o meu gatinho encostou-se à parede e começou a FFFffff, FFFffff, FFFffff, e antes que pudesse dizer FFFoda-se o Rottweiler comeu-o.
FRLÓ!!!
P.S - Passo a dizer que o tamanho propositado das letras grandes se deve ao facto que a dona Vera Neuza seja uma grande pitosga e deixou de enxergar bem... Vai mas é estudar!!!

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Bela vs. Monstro

Impensável pensar que neste momento estaria a escrever este post com tão ambígua sentimentalidade, por um lado um sentimento feliz e sincero por poder partilhar com os meus olhos tamanho vislumbre na tarde de hoje e por outro lado a tristeza e a mágoa por não ter podido alcançar objectivos propostos para esta temporada... Sinceramente que grande Felisteza!!!
Passo a explicar:
Regresso da ADA às competições, um aguardado regresso já que a equipa estava a ressacar de tão grande paragem que foi esta última, mas enfim, tudo se compôs com o tão esperado dia. A ansiedade era muita e até não foi uma má primeira parte mas 10-11 ao intervalo evidenciava a falta de eficácia por parte da ADA e uma boa exibição do guarda-redes da equipa forasteira, chegou a segunda parte pior ainda, o degredo total, uma vergonha, preocupação demasiada em contestar o papel daqueles homens de preto e até a nível interno se discutiu e muito, isto porque há os que sabem e às vezes não conseguem e há os que não sabem e por muito que queiram nunca vão conseguir (fica para outro dia esta tão simples explicação, é como a matemática esta cena). O jogo acabou por 27-21 para a equipa da casa o SIR 1º Maio.
P.S - Nota Pessoal com seis letrinhas apenas se escreve a palavra FIASCO, uma eficácia na ordem dos 14% (ou menos, lol) originaram uma exibição pouco conseguida, 2 golos foi muito fraquinho para ajudar a equipa do ADA a continuar a lutar pela fase final.... Eis a razão do meu descontentamento.
Sensação de Dejá vú, aquele frenesim esquisito no estomago quando pensei que foram tantos mas tantos os anos que passaram, e mesmo assim, parecer que tudo parecia ter acontecido ontem, palavras para quê?, quando tudo o que disser será demasiadamente estúpido ou insignificante, porque o que realmente interessa é o que sentimos e o que vemos... Foi bom voltar a Leiria - Marinha Grande.... Eis a razão de toda a minha Felicidade.
FRLÓ!

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Máscaras... Todos usamos!!!!

Época carnavalesca à porta, um motivo mais que aceitável para "tirarmos" as máscaras e metermos as fantasias. Fantasias estas que serão alvo de chacota e cobiça por todos, há as melhores e há as mais conseguidas, porque nesta altura não de certeza más fantasias. São todas um espectáculo!!!!
E depois tiramos as fantasias e metemos as "máscaras"????
Claro que sim!
Verdadeiramente impressionante a quantidade de "máscaras" que se usa no dia a dia, há os que usam por necessidade, há os que usam por estatuto e há os que usam para camuflar a sua verdadeira cara e as suas verdadeiras preocupações.
Mas pessoalmente acho que a maior parte das pessoas usa essa dita "máscara" social realçando-se valores maiores como hipocrisía, cinismo e falsidade fazendo com que as supostas "máscaras" pareçam meros retratos pessoais levando as pessoas a cometerem erros enormes e maus juízos de valores.
Mas "c`est lá vie" já dizia o poeta, há que ser perspicaz, antecipar movimentos e interesses, e lá no fundo no fundo se descobre a verdadeira intenção das pessoas, está tudo lá só é preciso saber ler nas entrelinhas.
A dita "máscara" é como os preservativos, usa-se uma vez depois deita-se fora, mas se for preciso usar novamente com as mesmas pessoas ou até om outras é só "comprar" uma nova que funciona na perfeição desde que não se rompa claro, pormenores...
Usem Abusem e Divirtam-se!!!!
Feliz Carnaval.
FRLÓ!!!